
Por entres ruas vivo no paraíso não nas bocas da amargura, a leveza só se sente quando se é natural. Tenho estado bem, graças a Jesus, rezo muito e acredito nele mais que tudo. Sob a luz farta e fraca do pequeno candeeiro que está agora ao meu lado, solto os meus porquês e rio-me ou choro, é consoante o pensamento. Quero-me deixar levar, como se percorresse um jardim sem fim e quero agradecer a todos que lêem, a todos que me felicitam e aos que me dão força para continuar com este gosto pela escrita que tenho. Ainda sou nova, o espelho por vezes diz-me o que não quero, ainda sofro, embora coisa pouca mas sofro. Hoje apeteceu-me escrever um pouco sobre mim. Estou livre irmãos