quarta-feira

E se toca como um violoncelo, velozmente e suavemente porquê parar de ouvir? E se todos os dias fossem a ouvir aquela melodia nocturna, calma e tranquilizante? Depois vinha o piano, doce e melancólico, tomava conta dos meus sentimentos mais obscuros e ainda me libertava para outro mundo, como se fosse algo que ele conseguisse fazer na perfeição...
Uma ou duas páginas viradas, meia dúzia delas imaginação pura e extrema devoção... Não sei o que me faz pensar tanto assim, não sei se é por encanto ou desencanto. Se é gosto ou desgosto. Se é felicidade ou tristeza.
Mas o meu coração sempre mandou mais que a cabeça e hoje apetece-me ser guiada por ele de novo...

1 comentário:

Patrícia Costa disse...

tu danças com o que escreves!