quarta-feira


Ando com uma vontade incontrolável de escrever, nem sei porquê, mas apetece-me. Escrever quando se tem inspiração é o melhor da escrita, é viver nela nem que seja por uns minutos.
segundo parágrafo
Fui conhecendo muita gente, muitos lugares, muitas músicas, muitos gostos, tentei saber sempre um pouco mais de mim, com os outros nunca me importei muito em saber algo, é mais importante o natural... a cumplicidade de momentos e de abraços agarram-me á vida. Nestes últimos dias apercebi-me o que é a dor da saudade, a ausência das tuas mãos, do teu precioso sorriso, das tuas palavras e dos teus abraços, dos nossos minutos ou horas que ninguém sabe, só nós, adormeci aqueles três dias com um manto negro por cima de mim, juro que não havia alguma alegria pura, algum sorriso unicamente verdadeiro e sentido, não havia cor nem odor das coisas, parecia um filme a preto e branco caótico, tantos pensamentos pela noite adentro, tantas lágrimas derramadas, pareciam fogo nos meus olhos, fogo de esperança, fogo de medo, fogo de saudade. Foram noites frias, sozinhas e escuras, o coração doía e o tempo demorava muito a passar, um segundo parecia um ano, a tua chegada nunca mais acontecia, tudo ia passando, o mundo deixou de viver, parou. Admito que colei mesmo, que estou totalmente dependente de tudo isto mas nunca me agarrei a nada que não fosse bom e isso é o que me aconchega sempre que me dou conta que sem ele é muito difícil, ou mesmo impossível. Não tenho medo do que possam dizer ou pensar de mim, não tenho medo do que possam ler ou ver que seja meu, não tenho vergonha de nada porque é o que sinto, é o que sou e disso não me arrependo nem envergonho, é muito secreto e ao mesmo tempo público este meu sentimento e tudo o que escrevo, tudo o que sinto é meu, apenas meu, que desejo aos que me querem bem e aos de bom coração. Quando estou mal, quando me sinto sozinha, percebo e percebo tão bem quem são os meus amigos, os que nunca me deixaram sozinha e que estavam sempre dispostos a acalmar-me a a dizerem-me coisas que me faziam sentir melhor. O maior obrigado á minha CARINA, á minha mimi, á mãe do andré, á minha Ana, á minha Cati, á Tina, á Ritinha, á Pipa, á Jéssica, á Mariana, ao Pedrinho, á Marrí, á Mariana Torres, a todo o mundo que me pediu calma, até á minha querida directora, a todo o mundo, obrigada, do fundo, mesmo :') só dou mesmo valor á felicidade quando não a tenho; penso que isso é com toda a gente.

2 comentários:

- cátiaL disse...

Daniela, o texto está mesmo lindo *-*
e como sempre, a fotografia está perfeita ;D

Cárina disse...

Quem entende essas coisas de sentimentos? Se sentes, se amas só a ti te diz respeito, e para quê teres vergonha do que é poderoso? Já vi passares por muita coisa, e acredito que não chegarias onde estás se não fosses a pessoa incrível que és. Por isso e por muito mais, podes sempre contar comigo para o que precisares, porque não há maior gosto do que estar contigo doce. <333