domingo


A Literatura por vezes magoa-me, porque acho que nunca vou encontrar o signifado da tua existência. Tento explicar, queixar-me ás letras do teu sentido fantasticamente inexistível, inexplicável e inatingível. Da tua santidade e beleza. Sou fã do compendio do teu mistério, meu anjo. Ouvindo o som do piano e eu descalça á tua espera, como se fosse um compasso dos céus. Aprecio a cada instante cada forma tua, cada gesto teu, cada sorriso teu, o teu rosto e os teus olhos. Falar-te nos olhos enquanto a minha mão está tocando na tua bochecha, ter-te nas mãos e sendo a lua testemunha. Dizer que te amo nos olhos como se eles fossem um papel onde estaria escrevendo da minha alma. Não sei. Ás vezes parece que não é real porque nem nos filmes vi isto. Está tudo nas nossas mãos e quando te olho, o mundo pára. Deixam de existir os segundos, os minutos, as horas, os dias, as noites. Parece tudo paralisado num tempo de reis e rainhas, princesas e principes onde a morte não existe. Onde a infinidade de beijos se prolonga até o "sempre". Contigo acredito em tudo, contigo sou protegida do mal. Tu entras nos meus olhos e preenches-me a alma toda. Vemo-nos a espelhos juntos e abraçamo-nos sorrindo. Caminhamos para onde quer que seja sempre com as melhores conversas do mundo, envergando um sorriso de esperança no mundo tanto tu como eu. Mas os outros deixam de ter importância, os maus e os reles... quando estamos juntos. Criamos um espaço, um mundo só nosso, onde ninguém consegue penetrá-lo. Queria que toda a gente fosse como tu. Mas pensando bem até não, se não não tinhas a simbologia que tens em mim, por seres tão ÚNICO e EXTRAORDINÁRIO. Foges á regra e eu amo-te.

1 comentário:

Kraxpelax disse...

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666; The Final Solution; and the Claim

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- Peter Ingestad, Sweden