sábado

Não é em vão.


Caminhas sem rumo, sem estrada, sem calçada, sem sinais, sem regras. Enfureces-te e voltas ao mar, fonte das tuas alegrias e emoções. Abrigo teu, sonhador da pátria.
Ando pela praia, descalça, á espera de um sinal, de um toque, de um beijo, de um abraço.

Ficam pegadas.

Marcam o território, incendeiam-me a alma e vestem a tua. Ao som do piano, vou avançando mais, mais e mais. Ritmo certo como que uma canção embalada pelo vento. Assombram-me todas memórias, abraços e juras sentidas. Resta ao mundo explicar-me o porquê deste amor que não morre. Resta-me fingir que percebo e que sou feliz sem ti. Resta-me isso.

1 comentário:

Joana disse...

os teus posts sao qualquer coisa,rapariga =)
e a musica tambem,podias mandar-ma *.* é mesmo gira.
Beijinhos.